Carlita Rodrigues – de empreendedora a escritora

 

Foto: Divulgação.

Carlita é autora do livro: “Casamento de Mario Juruna com a índia xavante Janaina Calunga”.

 

            Carlita Rodrigues é uma mulher que se organizou e se preparou para a vida e para o empreendedorismo. Criada e educada para ter coragem e firmeza, reside na cidade de Minaçu, em Goiás, desde 2018.

            Mulher empreendedora criou a AgênciAPM Ovelha Cacto-Pérola, fruto da iniciativa do seu livro “Amor Próprio Mulher” (APM). “O fato de criar essa nomenclatura foi para expor os resultados práticos da pesquisa teórica, mostrar ao público-alvo como desenvolvedor seu próprio produto e marca, de forma sustentável e de maneira empreendedora”, diz.

            Atualmente, está se dedicando ao seu mais novo empreendimento, o livro “Casamento de Mario Juruna com a índia xavante Janaina Calunga”. Uma História Oral baseado no depoimento do morador histórico da Cidade de Barra do Garças, em Mato Grosso, o senhor Antônio Orlando da Silva. As fotografias que ilustram o livro foram tiradas de pontos turísticos da região mato-grossense, como: a Serra do Roncador, o Mirante de Cristo e o Discoporto. O projeto é da Pão da Nova Geração, com editoração da Agência Pêssego e Maçã LTDA.

            A história do livro se dá da seguinte forma, pois de acordo com relatos do senhor Antônio Orlando da Silva, a Índia Xavante, conhecida como Janaina Calunga era casada com o Índio Apoema, mas tinha uma ligação muito forte com Mário Juruna. Essa relação vai despertando nela uma paixão intensa, quase esquizofrênica.

Arte: Capa do livro.

No auge dessa paixão, Janaina Calunga, que era índia Xavante, acabou aceitando o pedido de casamento de Mário Juruna, mesmo estando legalmente casada com o Índio Apoema, de acordo com as leis das tribos Xavantes.

Segundo Carlita, esta minibiografia que se passa em Barra do Garças é uma narrativa que integra as ações culturais propostas no projeto da produtora “Pão da Nova Geração”, que parte de relatos de um morador histórico de Barra do Garças, o senhor Antônio Orlando da Silva. A partir deste relato o que se observa são experiências de convivência com os índios da Aldeia Xavante, onde se aprofundou nos costumes, modos de vida e desafios de sobrevivência dessa comunidade.

Para Carlita que é determinada em tudo que faz, é um retorno ao seu passado, à sua infância com sua avó e bisavó, figuras de amparo e cuidado, a arte de ler e escrever. Ao se deparar com esta narrativa, destaca o controverso e frustrante episódio envolvendo um suposto casamento entre Mario Juruna e a Índia Janaina Calunga.

Para mais detalhes desta história interessante e que faz parte do dia a dia de muita gente, Carlita não dá mais spoiler, apenas sugere comprar o livro.

 

Por: Clilton Paz.

Ciro Palomino apresenta a exposição ‘Morfeu: Pesadelos e Despertares’, no Centro Cultural Correios RJ, narrando seus sonhos sombrios, causados pelos conflitos da humanidade

 


A mostra, que traz nas obras um despertar de esperança, tem curadoria de Carlos Bertão, projeto expográfico de Alê Teixeira e apoio do Consulado Geral do Peru no RJ.

 

O artista Ciro Palomino apresenta a exposição ‘Morfeu: Pesadelos e Despertares’, no Centro Cultural Correios RJ, com curadoria de Carlos Bertão e projeto expográfico de Alê Teixeira, e apoio do Consulado Geral do Peru no Rio de Janeiro, trazendo obras que narram os sonhos sombrios do deus, causados pela humanidade e seus conflitos, entre eles a guerra e a autodestruição.

As obras girarão em torno desses temas, sempre com um despertar de esperança. Desde 2016, após ganhar o prêmio da ONU, Ciro tem criado obras focadas em questões sociais como a guerra e suas consequências, as mudanças climáticas e a igualdade de gênero, entre outras. Essas obras permitem expressar os sentimentos que surgiram ao longo do processo iniciado com o PROJETO CONSCIÊNCIA, viajando para cidades como Nova York, São Paulo, Rio de Janeiro e Coreia, entre outras.

“Temos sonhos e pesadelos, meu trabalho social me permitiu expressar o que sinto de uma forma que é expressiva e universal”. “Hoje vivemos em mundos estranhos e tumultuosos, cheios de medos e orações, perdão e culpa; um mundo que anseia por despertar, assim como as pessoas que o habitam.”, explica.

Ciro Palomino é um artista peruano, formado pela Pontifícia Universidade Católica do Peru (PUCP) e consultor da ONU no Brasil. Ele recebeu prêmios da ONU e da UNESCO em concursos internacionais. Seu projeto “Conciencia” aborda questões sociais e teve sua primeira exposição em 2017, na sede da ONU, em Nova York. Entre 2019 e 2022, foi visto por mais de 200 mil pessoas, no Brasil. Ciro também participou de exposições coletivas em países como Suíça, China, Irã e Turquia, destacando seu foco em problemas sociais e ambientais.

‘Morfeu: Pesadelos e Despertares’ pode ser visitada entre  os dias 25 de março e 9 de maio de 2026, de terça a domingo, das 12h às 19h, no Centro Cultural Correios RJ, Centro, com entrada franca.

 

Serviço.

 

Exposição “Morfeu: Pesadelos e Despertares”.

Artista: Ciro Palomino.

Curadoria: Carlos Bertão.

Projeto expográfico: Alê Teixeira.

Abertura: 25 de março de 2026.

Visitação: 25 de março a 09 de maio de 2026.

Horário: terça a sábado, das 12h às 19h.

Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro - Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro - Rio de Janeiro/RJ.

Apoio: Consulado Geral do Peru Rio de Janeiro.

Evento gratuito.

Censura Livre.

Como chegar: metrô (descer na estação Uruguaiana, saída em direção à Rua da Alfândega); ônibus (saltar em pontos próximos da Rua Primeiro de Março, da Praça XV ou Candelária); barcas (Terminal Praça XV); VLT (saltar na Av. Rio Branco/Uruguaiana ou Praça XV); trem (saltar na estação Central e pegar VLT até a AV. Rio Branco/Uruguaiana).

Acessibilidade: adaptado para pessoas cadeirantes.

A exposição tem como público-alvo empresários, profissionais liberais, artistas, fotógrafos, colecionadores, professores, estudantes e público em geral.

 

Por: Clilton Paz.

Fonte: Paula Ramagem.

Influenciadora denuncia invasão de privacidade e venda ilegal de conteúdos íntimos na internet

 

Foto: Divulgação.

Perfis e pessoas de má-fé estariam comercializando material íntimo sem autorização da criadora de conteúdo, que afirma já buscar medidas legais para identificar os responsáveis.

 

A influenciadora digital Saamara Jany Silva Saraiva denunciou recentemente que foi vítima de uma grave violação de privacidade na internet. Segundo ela, pessoas mal-intencionadas teriam invadido seus arquivos pessoais e passaram a divulgar e vender conteúdos íntimos sem qualquer autorização.

De acordo com a influenciadora, os materiais estariam sendo comercializados por terceiros em plataformas e perfis não oficiais, utilizando seu nome e sua imagem de forma indevida. Saamara afirma que não possui qualquer ligação com a venda desse tipo de conteúdo e reforça que se trata de uma ação criminosa.

A influenciadora, que possui uma grande base de seguidores nas redes sociais, destacou que construiu sua presença digital com trabalho e dedicação, e que a situação representa não apenas um ataque à sua imagem, mas também uma violação de sua intimidade. Em comunicado, ela alertou seus seguidores para que não compartilhem ou adquiram esse tipo de material, pois além de ferir sua privacidade, a prática contribui para a disseminação de crimes virtuais.

Casos como esse podem se enquadrar em crimes previstos na legislação brasileira, incluindo invasão de dispositivos eletrônicos e divulgação de conteúdo íntimo sem consentimento, condutas que podem resultar em responsabilização civil e criminal para os envolvidos. A influenciadora afirma que já está tomando providências para identificar os responsáveis e retirar os conteúdos ilegais da internet.

Ela também pede o apoio do público para denunciar perfis e páginas que estejam utilizando seu nome para divulgar ou vender esse material de forma indevida. O caso chama atenção para os riscos relacionados à segurança digital e para a importância do respeito à privacidade na internet, especialmente quando se trata da exposição não autorizada de conteúdos pessoais.

 

Por: Clilton Paz.

Fonte: Livia Rosa Santana.